Início do emocore hitlerista
Essa franjinha nunca enganou ninguém.
"Essa nova do Fresno é tudo de bom, néam?"
Alemanha, 1941. Filho de pai gótico e mãe miguxa, Adolfinho, cansado de sofrer nas mãos do valentão da escola (um tal de Stalin), resolve se revoltar contra "tudo isso que está aí". Após aprender com seu pai sobre o primeiro livro emo da História, compra um All-Star, um par de óculos de acetato e uns CDs do My Chemical Romance com o intuito de dar vazão aos seus sentimentos. Então, só pra deixar de ser babaca, apanha ainda mais. Pra piorar tudo, sua namorada, Mussolini, termina com ele. Desolado, em 1º de maio de 1945, resolve fazer a coisa mais emo que existe: se matar.
Será?
Existe apenas uma coisa mais emo que suicídio: um suicídio que não dá certo.
Apogeu do Império Êmico (repare na ênfase do Sul da Alemanha, na Prússia, Áustria e Hungria
Reinventando a coisa toda
/adolf_182
Mara em seu momento triste, inspirado em Adolfinho
Adolfinho então passa os meses seguintes em casa, chorando (claro) e vomitando as tripas depois da tentativa de suicídio com Tylenol - esqueceram de avisar pra ele que suicidas devem tomar calmantes, e não o primeiro remédio que encontram na gaveta. Logo que se recuperou totalmente, criou um fotolog onde vivia postando fotos suas e dos seus miguxos, tudo com legendas em miguxês. Estava plantada a semente de uma ideia muito perigosa.
Graças à curiosa capacidade da internet de propagar ideias ruins rapidamente, a ideologia fotologuística de Adolfinho tomou tal proporção que, ao longo das décadas, influenciou cabeças de milhões de crianças, pré-adolescentes e adolescentes malformados. Finalmente, alguns jovens-adultos mais fracos também foram contaminados e se tornaram responsáveis pela parte mais cruel da ideologia emo: o emocore. Foram esses jovens-adultos que criaram bandas como Good Charlotte, Simple Plan e Hateen, que serviram para propagar ainda mais o ideário hitlerista. A população mundial permaneceu inabalada, preferindo prestar atenção na Guerra Fria, nos Beatles e no futebol. Foi assim até o fim da década de 1990.
A primeira pessoa famosa a aderir ao movimento emo foi a funkeira de Jesus Mara Maravilha. Sua adesão durou tão pouco quanto a reputação de cantora, às quais ela abdicou momentos depois, de modo a continuar sua carreira de heroína mágica. Sua permanência, entretanto, foi suficiente para tornar a franja gosmenta a marca registrada emo por excelência, superando assim seu antigo mestruxo. Por tal ato, Mara foi transformada de modo vitalício em Comandante Suprema da SS. Surge o lema "Once a miguxo, forever a miguxo", a ser adotado por toda a humanidade e jamais esquecido.
Porra do caralho véio
ResponderExcluirpoh sérgio tu manda bem. meu.
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